Preciso de paciência. E talvez um longo abraço baste. Alguém que aponte
meus defeitos pode ser mais útil do que alguém que seja condizente para
com eles. Gosto de me corrigir. De me dedicar a alguém, ainda que não
receba dedicação por parte alguma. Altruísmo. Tento ser o melhor. Ao meu
ponto de vista. Não consigo, mas não desisto. Sou desconfiada, atenta,
desesperada, Sincera. E prefiro as verdades. Prefiro que doa. Que seja
real. Gosto de chorar. Gosto de definir e entender coisas que não
possuem explicação cabível. Insisto nisso. Sou exagerada. Faço
tempestade em copo d'água, todo o tempo. Gosto de resposta para tudo, de
cada coisa em seu lugar. Sou sensível, no fundo amorosa. Incapaz de me
conter. Não me contento com pouco, . Sou amistosa e, de certa
forma, compreensiva. Eloquente, efusiva, imprevisível. Irracional, e
difícil de interpretar. Única, ao meu modo.
Juliana Freire
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
Não sou para todos. Gosto muito do meu mundinho. Ele é cheio de
surpresas, palavras soltas e cores misturadas. Às vezes tem um céu
azul, outras tempestade. Lá dentro cabem sonhos de todos os tamanhos.
Mas não cabe muita gente. Todas as pessoas que estão dentro dele não
estão por acaso. São necessárias .. !
Caio Fernando Abreu
surpresas, palavras soltas e cores misturadas. Às vezes tem um céu
azul, outras tempestade. Lá dentro cabem sonhos de todos os tamanhos.
Mas não cabe muita gente. Todas as pessoas que estão dentro dele não
estão por acaso. São necessárias .. !
Caio Fernando Abreu
terça-feira, 26 de outubro de 2010
ESTAMOS COM FOME DE AMOR!!!!
Uma vez Renato Russo disse com uma sabedoria ímpar: "Digam o que disserem, o mal do século é a solidão" Pretensiosamente digo que
assino em baixo sem dúvida alguma. Parem pra notar, os sinais estão batendo em nossa cara todos os dias.
Baladas recheadas de garotas lindas, com roupas cada vez mais micros e transparentes, danças e poses em closes ginecológicos, chegam sozinhas e saem sozinhas.
Estamos é com carência de passear de mãos dadas, dar e receber carinho sem necessariamente ter que depois mostrar performances dignas de um atleta olímpico, fazer um jantar pra quem você gosta, sabe essas coisas simples que perdemos nessa marcha de uma evolução cega. Pode fazer tudo, desde que não interrompa a carreira, a produção.
Tornamo-nos máquinas e agora estamos desesperados por não saber como voltar a "sentir", só isso, algo tão simples que a cada dia fica tão distante de nós.
Quem duvida do que estou dizendo, dá uma olhada no site de relacionamentos ORKUT, o número que comunidades como: "Quero um amor pra vida toda!", "Eu sou pra casar!" até a desesperançada "Nasci pra ser sozinho!"
Unindo milhares ou melhor milhões de solitários em meio a uma multidão de rostos cada vez mais estranhos, plásticos, quase etéreos e inacessíveis.
Vivemos cada vez mais tempo, retardamos o envelhecimento e estamos a cada dia mais belos e mais sozinhos. Sei que estou parecendo o solteirão infeliz, mas pelo contrário, pra chegar a escrever essas bobagens (mais que verdadeiras) é preciso encarar os fantasmas de frente e aceitar essa verdade de cara limpa.
Todo mundo quer ter alguém ao seu lado, mas hoje em dia é feio, démodé, brega. Alô gente! Felicidade, amor, todas essas emoções nos fazem parecer ridículos, abobalhados, e daí? Seja ridículo, não seja frustrado, "pague mico", saia gritando e falando bobagens, você vai descobrir mais cedo ou mais tarde que o tempo pra ser feliz é curto, e cada instante que vai embora não volta mais (estou muito brega!), aquela pessoa que passou hoje por você na rua, talvez nunca mais volte a vê-la, quem sabe ali estivesse a oportunidade de um sorriso à dois.
Quem disse que ser adulto é ser ranzinza, um ditado tibetano diz que se um problema é grande demais, não pense nele e se ele é pequeno demais, pra quê pensar nele. Dá pra ser um homem de negócios e tomar iogurte com o dedo ou uma advogada de sucesso que adora rir de si mesma por ser estabanada; o que realmente não dá é continuarmos achando que viver é out, que o vento não pode desmanchar o nosso cabelo ou que eu não posso me aventurar a dizer pra alguém: "vamos ter bons e maus momentos e uma hora ou outra, um dos dois ou quem sabe os dois, vão querer pular fora, mas se eu não pedir que fique comigo tenho certeza de que vou me arrepender pelo resto da vida".
Antes idiota que infeliz!
(Arnaldo Jabor)
assino em baixo sem dúvida alguma. Parem pra notar, os sinais estão batendo em nossa cara todos os dias.
Baladas recheadas de garotas lindas, com roupas cada vez mais micros e transparentes, danças e poses em closes ginecológicos, chegam sozinhas e saem sozinhas.
Estamos é com carência de passear de mãos dadas, dar e receber carinho sem necessariamente ter que depois mostrar performances dignas de um atleta olímpico, fazer um jantar pra quem você gosta, sabe essas coisas simples que perdemos nessa marcha de uma evolução cega. Pode fazer tudo, desde que não interrompa a carreira, a produção.
Tornamo-nos máquinas e agora estamos desesperados por não saber como voltar a "sentir", só isso, algo tão simples que a cada dia fica tão distante de nós.
Quem duvida do que estou dizendo, dá uma olhada no site de relacionamentos ORKUT, o número que comunidades como: "Quero um amor pra vida toda!", "Eu sou pra casar!" até a desesperançada "Nasci pra ser sozinho!"
Unindo milhares ou melhor milhões de solitários em meio a uma multidão de rostos cada vez mais estranhos, plásticos, quase etéreos e inacessíveis.
Vivemos cada vez mais tempo, retardamos o envelhecimento e estamos a cada dia mais belos e mais sozinhos. Sei que estou parecendo o solteirão infeliz, mas pelo contrário, pra chegar a escrever essas bobagens (mais que verdadeiras) é preciso encarar os fantasmas de frente e aceitar essa verdade de cara limpa.
Todo mundo quer ter alguém ao seu lado, mas hoje em dia é feio, démodé, brega. Alô gente! Felicidade, amor, todas essas emoções nos fazem parecer ridículos, abobalhados, e daí? Seja ridículo, não seja frustrado, "pague mico", saia gritando e falando bobagens, você vai descobrir mais cedo ou mais tarde que o tempo pra ser feliz é curto, e cada instante que vai embora não volta mais (estou muito brega!), aquela pessoa que passou hoje por você na rua, talvez nunca mais volte a vê-la, quem sabe ali estivesse a oportunidade de um sorriso à dois.
Quem disse que ser adulto é ser ranzinza, um ditado tibetano diz que se um problema é grande demais, não pense nele e se ele é pequeno demais, pra quê pensar nele. Dá pra ser um homem de negócios e tomar iogurte com o dedo ou uma advogada de sucesso que adora rir de si mesma por ser estabanada; o que realmente não dá é continuarmos achando que viver é out, que o vento não pode desmanchar o nosso cabelo ou que eu não posso me aventurar a dizer pra alguém: "vamos ter bons e maus momentos e uma hora ou outra, um dos dois ou quem sabe os dois, vão querer pular fora, mas se eu não pedir que fique comigo tenho certeza de que vou me arrepender pelo resto da vida".
Antes idiota que infeliz!
(Arnaldo Jabor)
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
Não sou para todos. Gosto muito do meu mundinho. Ele é cheio de
surpresas, palavras soltas e cores misturadas. Às vezes tem um céu
azul, outras tempestade. Lá dentro cabem sonhos de todos os tamanhos.
Mas não cabe muita gente. Todas as pessoas que estão dentro dele não
estão por acaso. São necessárias .. !
Caio Fernando Abreu
surpresas, palavras soltas e cores misturadas. Às vezes tem um céu
azul, outras tempestade. Lá dentro cabem sonhos de todos os tamanhos.
Mas não cabe muita gente. Todas as pessoas que estão dentro dele não
estão por acaso. São necessárias .. !
Caio Fernando Abreu
terça-feira, 24 de agosto de 2010
Pode invadir ou chegar com delicadeza, mas não tão devagar
que me faça dormir. Não grite comigo, tenho o péssimo hábito de revidar.
Acordo
pela manhã com ótimo humor mas ... permita que eu escove os dentes
primeiro.
Toque muito em mim, principalmente nos cabelos e minta
sobre minha nocauteante beleza. Tenho vida própria, me faça sentir
saudades, conte algumas coisas que me façam rir, mas não conte piadas e
nem seja preconceituoso, não perca tempo, cultivando este tipo de
herança de seus pais.
Viaje antes de me conhecer, sofra antes de
mim para reconhecer-me um porto, um albergue da juventude. Eu saio em
conta, você não gastará muito comigo.
Acredite nas verdades que
digo e também nas mentiras, elas serão raras e sempre por uma boa causa.
Respeite
meu choro, me deixe sózinha, só volte quando eu chamar e, não me
obedeça sempre que eu também gosto de ser contrariada. ( Então fique
comigo quando eu chorar, combinado?).
Seja mais forte que eu e
menos altruísta! Não se vista tão bem... gosto de camisa para fora da
calça, gosto de braços, gosto de pernas e muito de pescoço.
Reverenciarei tudo em você que estiver a meu gosto: boca, cabelos, os
pelos do peito e um joelho esfolado, você tem que se esfolar as vezes,
mesmo na sua idade.
Leia, escolha seus próprios livros,
releia-os. Odeie a vida doméstica e os agitos noturnos. Seja um pouco
caseiro e um pouco da vida, não de boate que isto é coisa de gente
triste.
Não seja escravo da televisão, nem xiita contra. Nem
escravo meu, nem filho meu, nem meu pai. Escolha um papel para você que
ainda não tenha sido preenchido e o invente muitas vezes.
Me
enlouqueça uma vez por mês mas, me faça uma louca boa, uma louca que
ache graça em tudo que rime com louca: loba, boba, rouca, boca ...
Goste
de música e de sexo. goste de um esporte não muito banal. Não invente
de querer muitos filhos, me carregar pra a missa, apresentar sua
familia... isso a gente vê depois ... se calhar ...
Deixa eu
dirigir o seu carro, que você adora. Quero ver você nervoso, inquieto,
olhe para outras mulheres, tenha amigos e digam muitas bobagens juntos.
Não me conte seus segredos ... me faça massagem nas costas. Não fume,
beba, chore, eleja algumas contravenções.
Me rapte! Se nada disso
funcionar ... experimente me amar!
sexta-feira, 4 de junho de 2010
Você me faz
Ah!
Se as palavras pudessem dizer o quanto você me faz bem,apenas acabariam as folhas.
Pois explicando o bem que você me faz, as palavras venceriam esse universo didático.
E eu, eu estaria lidando com a certeza, de que jamais deveria ficar sozinho.
Por que assim como as palavras falam de bem, pelas folhas, o meu coração também possui um bem, talvez um bem querer, pois me queres tão bem.
E querer tornou-se a palavra chave, por que nesse querer bem, o bem que você me faz, é o bem de você existir.
Ah!
Se as palavras pudessem dizer o quanto você me faz bem,apenas acabariam as folhas.
Pois explicando o bem que você me faz, as palavras venceriam esse universo didático.
E eu, eu estaria lidando com a certeza, de que jamais deveria ficar sozinho.
Por que assim como as palavras falam de bem, pelas folhas, o meu coração também possui um bem, talvez um bem querer, pois me queres tão bem.
E querer tornou-se a palavra chave, por que nesse querer bem, o bem que você me faz, é o bem de você existir.
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